SÃO PAULO - O Diário Oficial paulista publicou, esta semana, uma lei aprovada pela Assembléia Legislativa de São Paulo, que proíbe a cobrança de taxa básica de assinatura em contas telefônicas.
Esta lei foi originalmente criada em 2006, aprovada pelos deputados estaduais, mas depois vetada pelo então governador Geraldo Alckmin. Em novembro deste ano, no entanto, os deputados derrubaram o veto e, agora, a lei foi publicada no Diário Oficial. A publicação significa que em 60 dias será ilegal a cobrança da taxa, ou seja, a partir de 8 de fevereiro.
A lei fere o interesse das empresas de telefonia fixa e também do próprio governo paulista, que perderá arrecadação de impostos. O governo, no entanto, não tem grande margem de reação, já que não pode mais vetar a lei. É possível, no entanto, que a Procuradoria do Estado tente derrubar o fim da taxa básica de assinatura na Justiça.
Neste caso, o governo vai argumentar que acabar com a taxa não é uma decisão que caiba a deputados estaduais, mas apenas ao Congresso, pois a legislação sobre telecomunicações é de competência federal. Se a Justiça acatar o argumento, as teles poderão continuar a cobrança normalmente.
Isto aconteceu, por exemplo, quando os deputados paulistas aprovaram o fim da cobrança de estacionamento em shoppings centers. A lei acabou derrubada na Justiça.
A associação de defesa dos consumidores Pro Teste defende o fim da cobrança da taxa básica, alegando que as teles não investem em infraestrutura nova desde 2006. A associação propõe ainda um acordo para evitar disputas na Justiça. A proposta é a redução no valor da taxa em 75%. Assim, ao invés de R$ 40, o consumidor pagaria R$ 10 mensais à companhia telefônica.
As empresas de telefonia fixa que operam em São Paulo não se manifestaram sobre o tema.
Os microchips acabam de tornar velho um recente símbolo de modernidade: o cartão de crédito. É possível hoje fazer pagamentos com celular, relógio ou com um simples chaveiro.
A delícia do almoço é sair do restaurante pensando só no sabor da comida. Lembrar da fila, pode fazer mal. "Às vezes dá até indigestão", afirma a bancária, Marivane Dellorti.
Você comeu bem, estava tudo muito gostoso, mas, digamos que o momento menos agradável do almoço é sempre a hora de pagar a conta. Isso fica sempre pior quando a gente encontra uma fila muito grande. Pois a nova tecnologia do cartão de crédito promete diminuir esse problema.
Agora é assim. É só passar o cartão em frente a maquininha. Não é preciso esperar a impressão do recibo e assinar. O que antes demorava, em média, 26 segundos, agora acontece em apenas dois.
"Esperar cinco, dez minutos em geral é muito, mas depende da companhia. A vida é muito curta, quatro minutos você faz muita coisa", diz a advogada, Mariana Castelo Branco.
Mas o assunto é sem contato ou 'contactless', em inglês, como foi batizada a tecnologia, já em teste no Brasil. O cartão tem um segundo chip e uma atena. Mal dá pra ver.
O sistema funciona assim: um aparelho, chamado de 'Donggle', emite um campo eletromagnético. Ao se aproximar dele, o chip do cartão é ativado e os dois se comunicam. O 'Donggle' recebe informações criptografadas, como o número do cartão, a data de validade e a assinatura eletrônica.
"O cartão vai ficar sempre na mão do cliente, evitando que o cartão possa ir para alguma máquina que venha possivelmente a clonar o cartão", explica Percival Jatobá, Diretor de Produtos Visa.
A novidade não pára por aí. O chip pode estar, por exemplo, no celular. "É exatamente como se o meu cartão de crédito estivesse já dentro do celular".
Na tela inicial basta abrir o aplicativo de pagamento; escolher a opção permitir cartões; digitar a senha e aproximar o telefone do 'Donggle'. Há apenas um ano, essa novidade era comum do outro lado do mundo. A Conecte foi ao Japão mostrar.
Agora a tecnologia está pronta para ser usada aqui. Conta paga, pé na estrada. O mesmo celular agora chama a condução. A tecnologia no Japão é mais simples e muito conhecida dos adolescentes: 'SMS'. Uma simples mensagem de texto.
"Não precisa ter no carro ou no celular algum dispositivo especial. Tem em qualquer celular, é um torpedo comum, normal", afirma o taxista.
No fim da corrida, basta enviar um torpedo com o código do motorista, a senha do passageiro e o valor a pagar. O SMS vai para a empresa de tecnologia que desenvolveu o sistema. Eletronicamente o SMS se transforma numa ordem de pagamento. Cada corrida pode ser acompanhada pela internet.
"O taxista enxerga suas corridas, o usuário enxerga suas corridas, o passageiro", afirma a gerente comercial da Wappa, Maria Elisa Corbisier. Apenas empresas podem usar o serviço.
Tudo mais prático, mais ágil. Tecnologia de pagamento que dá, em troco, alguns minutos de folga. Nem sempre depois do almoço você precisa ir direto para o trabalho.
Às vezes sobra um tempinho para passear, no Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, por exemplo. Mas é pouco tempo, não da para ficar esperando muito na fila. Que tal chegar no caixa e pagar simplesmente passando o relógio.
O princípio é o mesmo do 'Contactless'. A diferença é a variedade de opções para o chip que pode estar num chaveirinho, por exemplo. Leve, prático, sem necessidade de senhas. Até por isso, os aparelhinhos tem limite.
"Hoje, com dispositivo que a gente tem na rua, esse limite está em R$ 50, por dia", afirma o Diretor de Pagamentos Avançados da Mastercard, Luiz Guilherme Roncato.
Essa forma de pagamento foi chamada de 'Pay-Pass', traduzindo "pagou, passou". Ela deve estar disponível ao público no ano que vem. Ainda sem prazo definido, vem outra novidade que promete transformar o celular em um caixa eletrônico portátil.
O celular que vai fazer tudo isso, não tem nada de especial. "Os celulares mais básicos, vão poder utilizar a aplicação da mesma forma. Porque a aplicação não está no celular, está no chip do aparelho."
Quando essa função é aberta, no menu do celular, aparecem várias opções. É só escolher uma, informar a transação desejada, senha e pronto. O celular gera um torpedo que vai para a empresa de cartão de crédito. Outro torpedo volta com a confirmação.
O gasto pode ser debitado da conta bancária ou ir para a fatura do cartão de crédito. Para quem não tem nada disso, uma terceira forma está em negociação. Um cartão recarregável parecido com o do celular pré-pago.
Uma forma de atrair público. Afinal, são quatro bilhões de celulares em uso no mundo. Contra um bilhão de contas bancárias abertas. Com tantas funções no telefone, será o fim do dinheiro como conhecemos?
As empresas de cartão de crédito dizem que não. "Existe uma população que acredita, confia e trabalha com cheque. Existe uma população que acredita, confia e trabalha com cartão. Os mais novos vão ter o privilégio de poder utilizar aparelhos muito mais interativos e ter muito mais formas de pagamento", afirma Luiz Guilherme.
Tabela dinâmica é dos recursos mais poderosos do Excel, pois serve para criação de resumos e relatórios rápidos a partir de dados contidos em uma planilha. Baseados em uma relação de vendas podemos extrair resultados de vendas por empresa, Data, ou mês como veremos em nosso exemplo:
Com um uma célula de nossa tabela selecionada, na aba Inserir, Clique em Tabela Dinâmica:
Surgirá uma janela como a seguir:
Repare que em tabela/Intervalo já consta a área da tabela que selecionamos. Você também pode escolher a planilha onde a nova tabela será incluída. O Excel seleciona automaticamente uma nova planilha. Será criada uma planilha como esta:
Observe que apareceu uma nova aba de ferramentas, exclusiva para trabalhar com Tabelas dinâmicas. Agora o que você precisa fazer é clicar nos campos da tabela dinâmica que deseja para que os dados apareçam no relatorio na planilha. Em nosso exemplo, criaremos um relatorio de vendas por empresa:
Se você não sabe o que é uma tabela dinâmica, responda às perguntas abaixo: Você precisa periodicamente construir relatórios com layouts diferentes e perde muito tempo com isto?
Seus arquivos texto têm mais de 65 mil linhas e você fica copiando para outras planilhas para poder caber? Precisa consolidar informações de fontes diferentes? Tem arquivos imensos, com dezenas de megabytes onde coloca dados extraídos de ERP e sistemas de gestão diversos? Percebe que o filtro do Excel não está mais te atendendo? Você gasta mais tempo montando o relatório do que o analisando?Se alguma das respostas acima foi SIM então você é um potencial usuário de tabelas dinâmicas.E mesmo que você já use e conheça tabelas dinâmicas, será que conhece tudo o que precisa? Os arquivos ainda continuam grandes?Basicamente a tabela dinâmica permite a você comparar e analisar grandes volumes de dados, mesmo aqueles que não cabem dentro de uma planilha (mais que 65 mil linhas, por exemplo).Outra utilidade das tabelas dinâmicas e substituírem em alguns casos soluções de business intelligence (BI), pois na essência ela faz a mesma coisa: transforma dados em informações.Você irá se impressionar com a velocidade de criação/manipulação de dados que a tabela dinâmica oferece. Temos exemplos de relatórios feitos em várias horas que, depois das tabelas dinâmicas passaram as ser construídos em segundos.
Estas foram elaboradas para a versão em português do Brasil no Word 2000 e 2003.
1 – Carregar automaticamente o último arquivo trabalhado ao abrir o Word:
Para fazer o Word carregar o último arquivo trabalhado ao ser aberto, crie a seguinte macro: vá em Ferramentas / Macro / Gravar nova macro. Na caixa de diálogo Gravar Macro, digite autoexec no campo Nome da Macro e clique em Ok. No menu Arquivo, selecione o primeiro item da lista dos arquivos abertos recentemente. Feito isso, clique em Ferramentas / Macros / Parar Gravação. Saia do Word após isso para que a Macro seja salva. Agora, toda vez que você abrir o Word, ele carregará automaticamente o último arquivo editado nele.
2 – Reduzir para caber:
Não é raro criarmos um documento e algumas poucas linhas passarem para a próxima página. Ao imprimir dessa forma, haverá desperdício de papel. Além disso, não é muito elegante encaminhar uma carta com uma página quase em branco, por exemplo. O Word consegue resolver isso. Clique em Arquivo / Visualizar Impressão. Quando abrir a janela de visualização, clique em Reduzir para Caber (um botão à direita do controle de zoom). Agora quando você for imprimir, o Word fará caber tudo numa página só.
3 – Outras extensões:
O Word não se limita a salvar arquivos nos formatos DOC, TXT, RTF ou HTML. Você pode criar extensões personalizadas. Por exemplo, a extensão ESC para trabalhos escolares, APR para apresentações, etc. Para salvar um arquivo com o nome de infowester.esc, por exemplo, vá em Arquivo / Salvar (ou Salvar como) e escreva o nome desejado entre aspas (como “infowester.esc”) no campo apropriado. Com isso, o Word não salvará o documento com a extensão DOC e sim, com a extensão ESC. No entanto, é necessário tomar cuidado para não escolher uma extensão já usada por um outro programa. Caso contrário, o Word não conseguirá abrir o arquivo. Se isso acontecer, tente renomear o arquivo para a extensão DOC.
4 – Texto falso para teste:
Se Você precisar de um texto para testar uma formatação ou uma impressão, não perca tempo apertando os botões do teclado aleatoriamente até que se tenha a quantidade de texto necessário. Basta escrever no Word: =rand (p,f), onde p corresponde ao número de parágrafos e f ao número de frases em cada parágrafo. Feito isso, aperte Enter em seu teclado e veja o resultado. O Word automaticamente preencherá o espaço solicitado, repetindo, de acordo com a quantidade especificada, a frase: “A ligeira raposa marrom ataca o cão preguiçoso” ou outra equivalente.
5 – Regras e exceções:
Não é necessário desabilitar a opção Corrigir Duas Iniciais Maiúsculas na lista de autocorreção só porque o Word “corrige” palavras que estão corretas, mas com as duas iniciais maiúsculas. Se você digitar, por exemplo, “TEatro”, o Word mudará o termo automaticamente para “Teatro”. Para que isso não aconteça, basta pressionar Ctrl mais Z em seu teclado após o programa fazer a modificação e a palavra voltará à forma que você escreveu. Ao fazer isso, ele não só volta a exibir a escrita da forma original, como também inclui a palavra na lista de exceções de autocorreção. Se quiser desabilitar isso, vá em Ferramentas / Autocorreção / Exceçôes e desmarque a caixa de seleção Adicionar Palavra Automaticamente à Lista, na guia Duas Iniciais Maiúsculas.
6 – Marcadores indesejáveis:
Nem sempre queremos usar marcadores ou numeradores em todos os parágrafos de uma lista. Mas o Word faz isso automaticamente toda vez que uma linha é marcada e o botão Enter é pressionado. Para criar um parágrafo normal após outro marcado ou numerado, pressione Shift mais Enter. Se quiser voltar a usar o marcador ou o numerador, simplesmente volte a pressionar Enter. No caso da numeração, o Word voltará à seqüência interrompida.
7 – Palavras na mesma linha:
Para evitar que duas palavras fiquem separadas por uma mudança de linha, digite a primeira palavra, pressione Ctrl mais Shift mais Tecla de espaço e digite a segunda palavra. Caso as palavras não caibam na mesma linha, ambas serão jogadas para a linha debaixo.
8 – Deixe tudo maiúsculo ou minúsculo:
Você precisa deixar uma frase ou um parágrafo inteiro em letras maiúsculas? Basta selecionar o trecho desejado e pressionar, ao mesmo tempo, as teclas Shift mais F3. Se pressionar novamente, o texto ficará todo com letras minúsculas. Se o trecho já estiver com letras maiúsculas, ao pressionar Shift mais F3 o efeito contrário será aplicado, ou seja, as letras ficarão em tamanho minúsculo.
9 – Aumentar/diminuir o tamanho da fonte:
Se você precisa aumentar ou diminuir o tamanho da fonte de um determinado texto, selecione o trecho desejado e pressione Ctrl mais ] (colchete direito) para aumentar. Para diminuir, pressione Ctrl mais [ (colchete esquerdo).
10 – Carregue um modelo automaticamente:
Quem usa com freqüência outro modelo de documento no lugar do “Normal.dot”, precisa abrir o Word, selecionar Arquivo / Novo e escolher o modelo desejado. No entanto, é possível diminuir esse trabalho usando um atalho diretamente para o modelo desejado. Para isso, clique com o botão direito do mouse na Área de Trabalho e selecione a opção Novo / Atalho. Na linha de comando digite: “Localização_do_Word” /t”Localização_do_modelo“, onde Localização_do_Word é o endereço do executável do Word e Localização_do_modelo é o endereço do modelo do documento. Fica praticamente deste jeito: “C:\Arquivos de Programas\Microsoft Offce\Winword.exe” /t”C:\Arquivos de Programas\Microsoft Office\Modelos\Cartas e faxes\Carta profissional.doc”, se fosse esse o modelo escolhido. Inserido o comando, clique em avançar, nomeie o atalho e pressione Concluir. Agora, quando você clicar neste atalho, o Word abrirá automaticamente o modelo escolhido.
Quando a Microsoft lançou o Office 2007, há um ano, muitos usuários receberam bem as múltiplas mudanças e melhorias que a empresa introduziu. A mudança mais significativa no Office 2007 foi a introdução da ribbon ou faixa para substituir a barra de ferramentas que se localiza no topo da janela dos programas Word, Excel, Access e PowerPoint. Mas controlar essa faixa tornou-se o maior desafio para os usuários.
Porém, o novo Office também possui algumas capacidades pouco conhecidas e que são fáceis de deixar passar. As seguintes nove dicas para usar o suíte mais efetivamente se estende ao núcleo dos aplicativos do Office e funcionam em todos os sabores das ferramentas de produtividade da Microsoft. Embora esses truques não causem o mesmo impacto que a ribbon ou a interface do usuário, eles podem definitivamente ajudá-lo a melhorar a produtividade.
:: Clique aqui para baixar o Microsoft Office 2007 (grátis por 60 dias)
Evite problemas de compatibilidade (Funciona no Word, Excel e PowerPoint)
Embora o Office 2007 esteja em voga por quase um ano, muitos escritórios ainda precisam começar a utilizá-lo. E se você está colaborando com pessoas que acreditam apenas na versão antiga da suíte, você não estará preparado para compartilhar documentos, já que versões antigas do Office não conseguem abrir arquivos do Office 2007. Felizmente você mandar o Office 2007 salvar os arquivos no formato Office 2003.
O processo é similar em todas as aplicações do Office. Primeiro clique no logo do Office que aparece no canto superior esquerdo. No menu escolha Opções. Uma janela surgirá com opções que você pode configurar. Na lista a esquerda, selecione o grupo Salvar. Procure a opção Salvar Arquivos neste formato; é aqui onde você pode escolher pelo formato antigo do Office 2003 para sua aplicação. Clique OK para confirmar sua mudança.
Você também tem uma solução se estiver do outro lado – em outras palavras, se você tem o Windows XP ou o Office 2003 e você quer abrir um documento criado em uma aplicação Office 2007. Você pode fazer o download do Pacote Gratuito da Microsoft de Compatibilidade do Office, que dará a você a habilidade ao seu antigo Office de abrir novos formatos de arquivos.
Salve um arquivo como PDF (Funciona em: Word, Excel, Access, PowerPoint e Visio)
A possibilidade de salvar documentos do Office 2007 em formato PDF é muito útil já que muitos usuários utilizem esse formato portátil para distribuir seus arquivos. Porém esta ferramenta precisa ser ativada para que funcione. Você pode incluir o Salvar Como PDF em todas as suas aplicações do Office 2007 com um simples download no site da Microsoft.
Uma vez instalada a opção Salvar Como PDF, você a encontrará no menu do Office. Para testar, clique no logo do Office na janela da aplicação que estiver usando, e então escolha o comando Salvar Como, PDF ou XPS.
Desligue a barra (Funciona em: Word, Excel, Access e PowerPoint)
A faixa ou ribbon do Office 2007, que agrupa funções em abas diferentes, está repleta de características úteis. Porém é grande e ocupa muito espaço. Felizmente você pode temporariamente desativá-la quando precisar de espaço (por exemplo, quando você precisa trabalhar em um extenso documento no Word ou em um pacote de dados do Access). Apenas dê um duplo-clique em um dos títulos das abas que aparecem no topo da barra para transforma-la em uma única linha que mostrará apenas os nomes das abas. Clique novamente duas vezes no título da aba para fazer a barra reaparecer.
Você ainda pode trabalhar com a barra enquanto a mesma está desativada. Se você der um único clique no título da aba, a barra irá aparecer rapidamente, mas tempo suficiente para que você clique em um botão, que depois irá desaparecer. Se você prefere usar comandos no teclado, você pode pressionar a tecla , para fazer a barra surgir temporariamente, e então pressione a letra para a aba e comando que queira ativar. (Por exemplo, no Word você pode pressionar < R> para a aba de review e então para usar o dicionário.) Uma vez que tenha escolhido um comando, a barra irá desaparecer novamente.