sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

10 razões por que usar Java!!!!





Sou analista e programador há cerca de 10 anos. Neste período trabalhei com várias linguagens, inclusive com Java. Este post é o conteúdo de uma palestra com o mesmo título, 10 razões porque usar Java. Não é meu intuito discutir linguagens de programação, compará-las ou persuadir o leitor a utilizar Java. Java não é a melhor linguagem de programação já inventada pois isto não existe. Há apenas razões pela qual utilizar uma linguagem de programação ou outra para resolver um determinado problema computacional.

Vamos as razões:

1 - Java é gratuíto
Java depende de uma JVM, que é gratuíta. O programador depende de um compilador e do JDK, que também é gratuíto. Programadores costumam utilizar IDEs, como o Delphi ou o o Netbeans. Para Java, apesar de haverem IDEs pagas, as duas maiores IDEs do mercado (Eclipse e NetBeans) também são gratuítas. Há vários frameworks e ferramentas para a implementação de sistemas em Java, e os mesmos também costumam ser gratuítos. A documentação é gratuíta. Servidores são gratuítos. Drivers de Banco de Dados são gratuítos.

2 - Java é padronizada
A orientação a objetos do Java ajuda a diminuir a barreira entre um diagrama UML e o código Java e permite, inclusive, a geração de códigos a partir do modelo UML. Sei que muitos programadores estão acostumados a trabalhar com programas de 20.000 linhas de código. Há linguagens que não permitem a modularização. Só é muito complicado desenvolver em equipes quando temos apenas um código-fonte de 20.000 linhas. A orientação a objetos começa a ser justificada quando temos equipes de desenvolvimento. A integração com ferramentas UML permitem também manter a documentação do sistema atualizada em relação a implementação.
O mesmo em relação a própria organização do código. Os pacotes Java são diretórios e uma classe estará escrita em um arquivo com o mesmo nome. Isto facilita trabalhar em equipes e desenvolver sistemas maiores. Além de obrigar a trabalhar com Orientação a Objetos, Java possui padrões de código que são como convenções: Classes em maiúsculo, métodos e atributos em minúsculo e uma letra maiúscula substitui um espaço em branco. Assim, se uma classe tem um atributo nome o acesso a este atributo normalmente é feito pelo método getNome().

3 - Java é interoperável
A empresa utiliza Windows mas pretende migrar para Linux. O Sistema era desktop mas será migrado para a web. A equipe de vendas irá utilizar Palmtops. O que fazer? Java. Java é interoperável, ou seja, funcionar em várias arquiteturas distintas, sistemas operacionais distintos e trabalha com paradigmas de programação distintos como desktop e web. Na web Java pode ser utilizado no servidor (JSP e Servlets) ou no cliente (Applets). Apesar de haver diferenças para a implementação (J2EE, J2SE e J2ME), a linguagem é a mesma e o conceito é o mesmo.
Indo além, Java permite também uma facilidade para internacionalização com a utilização nativa de arquivos Properties e definição automática de valores financeiros, numéricos, de data e texto. Além disto, a utilização de Unicode pode garantir a visualização de textos em vários alfabetos distintos.

4 - Java possui uma API satisfatória
A API Java traz implementada várias coisas como socket, criptografia, listas, filas, acesso a arquivos e compactadores. Também há uma API para Imagem 2D, Imagem 3D, música (MP3, Wav e Midi). É muito provável que um programador antigo em Java não conheça toda a API e nem é esta a questão. Como a API é padronizada basta ler a documentação e utilizar as classes que a linguagem já traz prontas. De toda a API Java, acho que minha paixão é a classe String. Sim, eu era programador C...
Não bastando isto, a API do Java é facilmente extensível por vários outros componentes e frameworks que complementam a API tornando o trabalho do analista muito mais simples.

5 - Java possui frameworks, padrões de projeto e Componentes
A engenharia de software vem propondo soluções para minimizar o trabalho do analista já há um tempo. Padrões de projetos, frameworks e componentes são exemplos destas propostas. Há vários exemplos de como implementar padrões de projetos em Java e vários padrões de projeto que foram propostos pensando nesta linguagem. Frameworks Java facilitam a implementação de sistemas complexos e componentes fazem com que o programador Java possa compartilhar seu conhecimento com toda a comunidade Java. Alguns exemplos:
Jakarta Struts
JasperReports
Hibernate
Jakarta Velocity
JSF
GWT
Jakarta POI
Log4J
JSTL
6 - Java é documentada
A documentação da linguagem, chamada Javadoc, está disponível gratuitamente. E possui um padrão de organização estruturada como documento HTML. Os desenvolvedores de frameworks e componentes costumam utilizar este padrão de documentação para documentar seus códigos. Isto facilita em muito tanto o trabalho em equipe quanto a reutilização de código de terceiros em outras implementações. Além disto, junto com o compilador Java vem um aplicativo para geração de JavaDoc do código que você acabou de implementar.

7 - Java permite sistemas distribuídos
Com a utilização de redes de computadores em empresas, sistemas distribuídos se tornam a cada dia mais realidade. Java permite a utilização de programação em redes possuindo implementações em sua API nativa para sockets, RMI, CORBA e Webservices. No caso especíifico de CORBA, junto com o compilador Java vem um aplicativo que gera a partir da IDL toda a estrutura de classes para uma aplicação CORBA.

8 - Java integra com Bancos de dados
Eu sei que várias linguagens conectam-se com bancos de dados, porém a interface JDBC faz com que a comunicação com bancos de dados em Java funcionem de maneira homogênea. Além disto, há atualmente implementações de drivers de banco de dados para Java para a maioria dos bancos comerciais. Inclusive ODBC. Inclusive Access. Inclusive bancos de dados feitos em Java e que não dependem de servidores. A API JDBC permite a migração de um sistema de um banco de dados para outro a partir da alteração de sua conexão. Isto facilita a passagem de uma aplicação do ambiente de desenvolvimento e testes para o ambiente de produção.

9 - Java é multi-thread
A multi-programação em Java é nativa. Toda a API Java baseia-se em comunicação por eventos e o controle de Threads em Java é simples de ser implementado e bastante eficiente. Toda classe Java possui métodos para implementação de semáforos e na API há especificações para implementar métodos que não permitam acesso concorrente.

10 - Java é moderna
A linguagem Java integra vários conceitos modernos, como por exemplo o Ant, Maven, XML, Orientação a Aspectos, Agentes móveis, Testes de Software e integração com repositórios. Java se tornou uma das linguagens mais utilizadas no mundo. Exemplos em livros são feitos em Java. Padrões de projetos são apresentados em Java. Componentes e exemplos de frameworks são feitos em Java. Devido as razões acima apresentadas, muitas empresas utilizam Java. O resultado disto é que há várias oportunidades de emprego nesta linguagem.

Para os que gostam de comparar linguagens de programação e tentam explicar qual a melhor linguagem de programação, fica a pergunta: Podemos dizer que o martelo é a melhor ferramenta de um marceneiro?


Esse Artigo encontrei na Internet em busca de mais informações sobre a Linguagem JAVA.
URL: http://flavioschiavoni.blogspot.com/2008/09/10-razes-por-que-usar-java.html

SP prevê fim de taxa telefônica em fevereiro




SÃO PAULO - O Diário Oficial paulista publicou, esta semana, uma lei aprovada pela Assembléia Legislativa de São Paulo, que proíbe a cobrança de taxa básica de assinatura em contas telefônicas.

Esta lei foi originalmente criada em 2006, aprovada pelos deputados estaduais, mas depois vetada pelo então governador Geraldo Alckmin. Em novembro deste ano, no entanto, os deputados derrubaram o veto e, agora, a lei foi publicada no Diário Oficial. A publicação significa que em 60 dias será ilegal a cobrança da taxa, ou seja, a partir de 8 de fevereiro.

A lei fere o interesse das empresas de telefonia fixa e também do próprio governo paulista, que perderá arrecadação de impostos. O governo, no entanto, não tem grande margem de reação, já que não pode mais vetar a lei. É possível, no entanto, que a Procuradoria do Estado tente derrubar o fim da taxa básica de assinatura na Justiça.

Neste caso, o governo vai argumentar que acabar com a taxa não é uma decisão que caiba a deputados estaduais, mas apenas ao Congresso, pois a legislação sobre telecomunicações é de competência federal. Se a Justiça acatar o argumento, as teles poderão continuar a cobrança normalmente.

Isto aconteceu, por exemplo, quando os deputados paulistas aprovaram o fim da cobrança de estacionamento em shoppings centers. A lei acabou derrubada na Justiça.

A associação de defesa dos consumidores Pro Teste defende o fim da cobrança da taxa básica, alegando que as teles não investem em infraestrutura nova desde 2006. A associação propõe ainda um acordo para evitar disputas na Justiça. A proposta é a redução no valor da taxa em 75%. Assim, ao invés de R$ 40, o consumidor pagaria R$ 10 mensais à companhia telefônica.

As empresas de telefonia fixa que operam em São Paulo não se manifestaram sobre o tema.

sábado, 5 de dezembro de 2009

As novas tecnologias para pagar contas

Os microchips acabam de tornar velho um recente símbolo de modernidade: o cartão de crédito. É possível hoje fazer pagamentos com celular, relógio ou com um simples chaveiro.




A delícia do almoço é sair do restaurante pensando só no sabor da comida. Lembrar da fila, pode fazer mal. "Às vezes dá até indigestão", afirma a bancária, Marivane Dellorti.

Você comeu bem, estava tudo muito gostoso, mas, digamos que o momento menos agradável do almoço é sempre a hora de pagar a conta. Isso fica sempre pior quando a gente encontra uma fila muito grande. Pois a nova tecnologia do cartão de crédito promete diminuir esse problema.

Agora é assim. É só passar o cartão em frente a maquininha. Não é preciso esperar a impressão do recibo e assinar. O que antes demorava, em média, 26 segundos, agora acontece em apenas dois.

"Esperar cinco, dez minutos em geral é muito, mas depende da companhia. A vida é muito curta, quatro minutos você faz muita coisa", diz a advogada, Mariana Castelo Branco.

Mas o assunto é sem contato ou 'contactless', em inglês, como foi batizada a tecnologia, já em teste no Brasil. O cartão tem um segundo chip e uma atena. Mal dá pra ver.

O sistema funciona assim: um aparelho, chamado de 'Donggle', emite um campo eletromagnético. Ao se aproximar dele, o chip do cartão é ativado e os dois se comunicam. O 'Donggle' recebe informações criptografadas, como o número do cartão, a data de validade e a assinatura eletrônica.

"O cartão vai ficar sempre na mão do cliente, evitando que o cartão possa ir para alguma máquina que venha possivelmente a clonar o cartão", explica Percival Jatobá, Diretor de Produtos Visa.

A novidade não pára por aí. O chip pode estar, por exemplo, no celular. "É exatamente como se o meu cartão de crédito estivesse já dentro do celular".

Na tela inicial basta abrir o aplicativo de pagamento; escolher a opção permitir cartões; digitar a senha e aproximar o telefone do 'Donggle'. Há apenas um ano, essa novidade era comum do outro lado do mundo. A Conecte foi ao Japão mostrar.

Agora a tecnologia está pronta para ser usada aqui. Conta paga, pé na estrada. O mesmo celular agora chama a condução. A tecnologia no Japão é mais simples e muito conhecida dos adolescentes: 'SMS'. Uma simples mensagem de texto.

"Não precisa ter no carro ou no celular algum dispositivo especial. Tem em qualquer celular, é um torpedo comum, normal", afirma o taxista.

No fim da corrida, basta enviar um torpedo com o código do motorista, a senha do passageiro e o valor a pagar. O SMS vai para a empresa de tecnologia que desenvolveu o sistema. Eletronicamente o SMS se transforma numa ordem de pagamento. Cada corrida pode ser acompanhada pela internet.

"O taxista enxerga suas corridas, o usuário enxerga suas corridas, o passageiro", afirma a gerente comercial da Wappa, Maria Elisa Corbisier. Apenas empresas podem usar o serviço.

Tudo mais prático, mais ágil. Tecnologia de pagamento que dá, em troco, alguns minutos de folga. Nem sempre depois do almoço você precisa ir direto para o trabalho.

Às vezes sobra um tempinho para passear, no Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, por exemplo. Mas é pouco tempo, não da para ficar esperando muito na fila. Que tal chegar no caixa e pagar simplesmente passando o relógio.

O princípio é o mesmo do 'Contactless'. A diferença é a variedade de opções para o chip que pode estar num chaveirinho, por exemplo. Leve, prático, sem necessidade de senhas. Até por isso, os aparelhinhos tem limite.

"Hoje, com dispositivo que a gente tem na rua, esse limite está em R$ 50, por dia", afirma o Diretor de Pagamentos Avançados da Mastercard, Luiz Guilherme Roncato.

Essa forma de pagamento foi chamada de 'Pay-Pass', traduzindo "pagou, passou". Ela deve estar disponível ao público no ano que vem. Ainda sem prazo definido, vem outra novidade que promete transformar o celular em um caixa eletrônico portátil.

O celular que vai fazer tudo isso, não tem nada de especial. "Os celulares mais básicos, vão poder utilizar a aplicação da mesma forma. Porque a aplicação não está no celular, está no chip do aparelho."

Quando essa função é aberta, no menu do celular, aparecem várias opções. É só escolher uma, informar a transação desejada, senha e pronto. O celular gera um torpedo que vai para a empresa de cartão de crédito. Outro torpedo volta com a confirmação.

O gasto pode ser debitado da conta bancária ou ir para a fatura do cartão de crédito. Para quem não tem nada disso, uma terceira forma está em negociação. Um cartão recarregável parecido com o do celular pré-pago.

Uma forma de atrair público. Afinal, são quatro bilhões de celulares em uso no mundo. Contra um bilhão de contas bancárias abertas. Com tantas funções no telefone, será o fim do dinheiro como conhecemos?

As empresas de cartão de crédito dizem que não. "Existe uma população que acredita, confia e trabalha com cheque. Existe uma população que acredita, confia e trabalha com cartão. Os mais novos vão ter o privilégio de poder utilizar aparelhos muito mais interativos e ter muito mais formas de pagamento", afirma Luiz Guilherme.

Fonte GLOBO.com

domingo, 8 de novembro de 2009

Criando tabelas dinâmicas no Excel 2007

Tabela dinâmica é dos recursos mais poderosos do Excel, pois serve para criação de resumos e relatórios rápidos a partir de dados contidos em uma planilha.
Baseados em uma relação de vendas podemos extrair resultados de vendas por empresa, Data, ou mês como veremos em nosso exemplo:



Com um uma célula de nossa tabela selecionada, na aba Inserir, Clique em Tabela Dinâmica:



Surgirá uma janela como a seguir:



Repare que em tabela/Intervalo já consta a área da tabela que selecionamos.
Você também pode escolher a planilha onde a nova tabela será incluída. O Excel seleciona automaticamente uma nova planilha. Será criada uma planilha como esta:




Observe que apareceu uma nova aba de ferramentas, exclusiva para trabalhar com Tabelas dinâmicas.
Agora o que você precisa fazer é clicar nos campos da tabela dinâmica que deseja para que os dados apareçam no relatorio na planilha. Em nosso exemplo, criaremos um relatorio de vendas por empresa:



Matéria do Site:
http://dicasdeexcel.com.br

Tabelas Dinâmicas

Se você não sabe o que é uma tabela dinâmica, responda às perguntas abaixo:
Você precisa periodicamente construir relatórios com layouts diferentes e perde muito tempo com isto?



Seus arquivos texto têm mais de 65 mil linhas e você fica copiando para outras planilhas para poder caber?
Precisa consolidar informações de fontes diferentes?
Tem arquivos imensos, com dezenas de megabytes onde coloca dados extraídos de ERP e sistemas de gestão diversos?
Percebe que o filtro do Excel não está mais te atendendo?
Você gasta mais tempo montando o relatório do que o analisando?Se alguma das respostas acima foi SIM então você é um potencial usuário de tabelas dinâmicas.E mesmo que você já use e conheça tabelas dinâmicas, será que conhece tudo o que precisa? Os arquivos ainda continuam grandes?Basicamente a tabela dinâmica permite a você comparar e analisar grandes volumes de dados, mesmo aqueles que não cabem dentro de uma planilha (mais que 65 mil linhas, por exemplo).Outra utilidade das tabelas dinâmicas e substituírem em alguns casos soluções de business intelligence (BI), pois na essência ela faz a mesma coisa: transforma dados em informações.Você irá se impressionar com a velocidade de criação/manipulação de dados que a tabela dinâmica oferece. Temos exemplos de relatórios feitos em várias horas que, depois das tabelas dinâmicas passaram as ser construídos em segundos.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Conheça 10 dicas para trabalhar melhor com o Word.

Introdução


Estas foram elaboradas para a versão em português do Brasil no Word 2000 e 2003.

1 – Carregar automaticamente o último arquivo trabalhado ao abrir o Word:

Para fazer o Word carregar o último arquivo trabalhado ao ser aberto, crie a seguinte macro: vá em Ferramentas / Macro / Gravar nova macro. Na caixa de diálogo Gravar Macro, digite autoexec no campo Nome da Macro e clique em Ok. No menu Arquivo, selecione o primeiro item da lista dos arquivos abertos recentemente. Feito isso, clique em Ferramentas / Macros / Parar Gravação. Saia do Word após isso para que a Macro seja salva. Agora, toda vez que você abrir o Word, ele carregará automaticamente o último arquivo editado nele.

2 – Reduzir para caber:

Não é raro criarmos um documento e algumas poucas linhas passarem para a próxima página. Ao imprimir dessa forma, haverá desperdício de papel. Além disso, não é muito elegante encaminhar uma carta com uma página quase em branco, por exemplo. O Word consegue resolver isso. Clique em Arquivo / Visualizar Impressão. Quando abrir a janela de visualização, clique em Reduzir para Caber (um botão à direita do controle de zoom). Agora quando você for imprimir, o Word fará caber tudo numa página só.

3 – Outras extensões:

O Word não se limita a salvar arquivos nos formatos DOC, TXT, RTF ou HTML. Você pode criar extensões personalizadas. Por exemplo, a extensão ESC para trabalhos escolares, APR para apresentações, etc. Para salvar um arquivo com o nome de infowester.esc, por exemplo, vá em Arquivo / Salvar (ou Salvar como) e escreva o nome desejado entre aspas (como “infowester.esc”) no campo apropriado. Com isso, o Word não salvará o documento com a extensão DOC e sim, com a extensão ESC. No entanto, é necessário tomar cuidado para não escolher uma extensão já usada por um outro programa. Caso contrário, o Word não conseguirá abrir o arquivo. Se isso acontecer, tente renomear o arquivo para a extensão DOC.

4 – Texto falso para teste:

Se Você precisar de um texto para testar uma formatação ou uma impressão, não perca tempo apertando os botões do teclado aleatoriamente até que se tenha a quantidade de texto necessário. Basta escrever no Word: =rand (p,f), onde p corresponde ao número de parágrafos e f ao número de frases em cada parágrafo. Feito isso, aperte Enter em seu teclado e veja o resultado. O Word automaticamente preencherá o espaço solicitado, repetindo, de acordo com a quantidade especificada, a frase: “A ligeira raposa marrom ataca o cão preguiçoso” ou outra equivalente.

5 – Regras e exceções:

Não é necessário desabilitar a opção Corrigir Duas Iniciais Maiúsculas na lista de autocorreção só porque o Word “corrige” palavras que estão corretas, mas com as duas iniciais maiúsculas. Se você digitar, por exemplo, “TEatro”, o Word mudará o termo automaticamente para “Teatro”. Para que isso não aconteça, basta pressionar Ctrl mais Z em seu teclado após o programa fazer a modificação e a palavra voltará à forma que você escreveu. Ao fazer isso, ele não só volta a exibir a escrita da forma original, como também inclui a palavra na lista de exceções de autocorreção. Se quiser desabilitar isso, vá em Ferramentas / Autocorreção / Exceçôes e desmarque a caixa de seleção Adicionar Palavra Automaticamente à Lista, na guia Duas Iniciais Maiúsculas.

6 – Marcadores indesejáveis:

Nem sempre queremos usar marcadores ou numeradores em todos os parágrafos de uma lista. Mas o Word faz isso automaticamente toda vez que uma linha é marcada e o botão Enter é pressionado. Para criar um parágrafo normal após outro marcado ou numerado, pressione Shift mais Enter. Se quiser voltar a usar o marcador ou o numerador, simplesmente volte a pressionar Enter. No caso da numeração, o Word voltará à seqüência interrompida.

7 – Palavras na mesma linha:

Para evitar que duas palavras fiquem separadas por uma mudança de linha, digite a primeira palavra, pressione Ctrl mais Shift mais Tecla de espaço e digite a segunda palavra. Caso as palavras não caibam na mesma linha, ambas serão jogadas para a linha debaixo.

8 – Deixe tudo maiúsculo ou minúsculo:

Você precisa deixar uma frase ou um parágrafo inteiro em letras maiúsculas? Basta selecionar o trecho desejado e pressionar, ao mesmo tempo, as teclas Shift mais F3. Se pressionar novamente, o texto ficará todo com letras minúsculas. Se o trecho já estiver com letras maiúsculas, ao pressionar Shift mais F3 o efeito contrário será aplicado, ou seja, as letras ficarão em tamanho minúsculo.

9 – Aumentar/diminuir o tamanho da fonte:

Se você precisa aumentar ou diminuir o tamanho da fonte de um determinado texto, selecione o trecho desejado e pressione Ctrl mais ] (colchete direito) para aumentar. Para diminuir, pressione Ctrl mais [ (colchete esquerdo).

10 – Carregue um modelo automaticamente:

Quem usa com freqüência outro modelo de documento no lugar do “Normal.dot”, precisa abrir o Word, selecionar Arquivo / Novo e escolher o modelo desejado. No entanto, é possível diminuir esse trabalho usando um atalho diretamente para o modelo desejado. Para isso, clique com o botão direito do mouse na Área de Trabalho e selecione a opção Novo / Atalho. Na linha de comando digite: “Localização_do_Word” /t”Localização_do_modelo“, onde Localização_do_Word é o endereço do executável do Word e Localização_do_modelo é o endereço do modelo do documento. Fica praticamente deste jeito: “C:\Arquivos de Programas\Microsoft Offce\Winword.exe” /t”C:\Arquivos de Programas\Microsoft Office\Modelos\Cartas e faxes\Carta profissional.doc”, se fosse esse o modelo escolhido. Inserido o comando, clique em avançar, nomeie o atalho e pressione Concluir. Agora, quando você clicar neste atalho, o Word abrirá automaticamente o modelo escolhido.

fonte: Infowester